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uma galera boa
TENHA UM FIM DE SEMANA DIFERENTE ( FOTOS E EDIÇÃO: JOSÉ FILHO)
A CHÁCARA RG UMA NOVA OPÇÃO DE LAZER.
Localizada a 15 km da cidade de Imperatriz(MA), no povoado Bananal, a Chácara RG se tornou hoje ponto de encontro das famílias que procuram um lugar sossegado para passar o seu fim de semana. A área é totalmente arborizada, a pessoa escolhe exatamente o local onde prefere ser atendido.
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O local se tornou ponto de encontro de jovens e ainda local para se fazer novas amizades.


O riacho que passa por dentro da propriedade oferece um banho de boa qualidade, com total segurança e ainda se pode desfrutar de uma mini-cachoeira, as águas chegam a uma temperatura de 22 graus, uma delícia.

O proprietário Raimundo Gomes tem uma visão de que que tudo se pode aproveitar da natureza sem ao menos prejudicá-la. O atendimento é totalmente diferenciado, "aqui na chácara a minha familia está de braços abertos para acolher a sua". Com este pensamento o seu Raimundo segue seu trabalho, atendendo aos clientes que ele chama carinhosamente de "meus amigos", dando toda a atenção que é nescessária.

Raimundo Gomes e a mini cachoeira, um forte remédio para ressaca.

Fica aqui minha recomendação, no próximo fim de semana dê um pulinho por lá, vá conferir pessoalmente, ambiente rústico, serviço de bar e restaurante, pesque e pague, churrasqueira para que você possa fazer sua picanha a seu modo.
Chácara RG, povoado do Bananal a 15 km de Imperatriz, seguindo sentido Porto Franco. Acesso ao lado da água mineral Indaiá. Seguindo por uma estrada vicinal uns 400 mts. Aguarda sua visita.
o pesadelo tsunami (by josé filho}
Fim de Semana agora, agitado na praia do Atalaia em Salinas, perto de Belém(PA) - veja o estrago que a Maré fez. E dizem que nunca ocorreu algo tão forte e repentino como foi dessa vez - pegou todo mundo despreparado. Comparada com a praia de Araçagy em São Luis, a praia de Salinas permite que se ande de carro pela areia em meio ao banhistas. Os bares logo oferecem lugares para estacionamento. Podendo assim, o banhista tomar a sua cerveja e ao mesmo tempo ficar ao lado de seu veiculo e ouvir seu toca CD, mas desta vez foi diferente. Estive pessoalmente em Salinas e conferi o estrago feita pela maré.




A fúria da Maré levou apenas poucos minutos para elevar o nivel das águas. Deixando banhistas em desespero, um verdadeiro Tsunami a brasileira.


Mesmo que se tentasse naquela altura retirar o seu veiculo da praia era inútel, poís formou-se um enorme congestionamento ao longo da beira da praia.
Tentarei explicar o que e por que aconteceuaconteceu.
A praia de Salinas é de mar, mas o que diferencia de outras praias do Brasil é que a areia permite que se ande de carro por ela, igualmente na praia do Araçagy em São Luis, então todo mundo vai a praia de carro. As pessoas estacionam próximo à água e conforme a maré vai subindo, as pessoas vão se afastando. Existem os canais mencionados anteriormente que podem "ilhar" as pessoas e acontecer algo semelhante às fotos, vc fica no meio da água com seu carro e uma grande cara de bobo. Mas quem frequenta a praia, conhece e evita os locais mais críticos, ou simplesmente sai dele quando a maré começa a subir.
Mas... nessa ocasião a surpresa foi que a maré não costuma subir tanto. As pessoas estacionam os carros ao lado ou embaixo das barracas (que são elevadas justamente por causa da água como se ver nas fotos a baixo) e acham que está tudo bem. O que houve desse vez foi a proximidade com a época do "lanço", que é quando a maré atinge o seu nível mais alto. Isso aconteceria em meados de fevereiro. Mas tem chovido *muito* na nossa região e aconteceu de a maré subir 100% e com rapidez.
Existe também o agravante da patetice. Se você percebe que a maré está subindo rapidamente, se mande. Eram 17h quando essa coisa toda aconteceu. A esse horário os proprietários dos veiculos estão alcoolizados o suficiente para não prestar atenção à maré e quando se deram conta... "já era". Mas todo ano acontece alguma coisa parecida nas épocas de alta temporada, principalmente em julho que é o verão. Porém como disse antes, foi uma surpresa. Vejam que enquanto a água ainda está pegando a camioneta, ainda tem pessaos nos bares isso ao longo da praia.

Observe que as pessoas tentam segurar o carro para que esse não se choque com os outros.

Reparem um detalhe, só tem carrão, pessoas que vão de Belêm, Imperatriz, Açailandia. coisa de playboy, o cara bota um sonzão no carro e vai tirar onda na praia, tipo a maré baixa... e o cara vai levando o carro pra perto do mar... conheço bem isso. nem chorem pelos carros, os caras tem grana pra comprar outros. Segundo um mecânico cada proprietário deve ter um gasto de R$ 5.000,00. Água salgada e com uma força que ela vem faz estragos por todo o carro. Imagine; instalação elétrica, carpetees, o motor toma um banho completo.

AGUARDE EDIÇÃO DA CHÁCARA DO GOMES.
FOTOS/ MATÉRIA COMPLETA.
Para visitar Alcântara é nescessário que se pegue uma embarcação no portinho em São Luis, a viajem dura cerca de 1:30 minutos pela bahia de São Marcos. A cidade em sí já é um ponto turístico. Famosa pelo festejo do Divino Espirito Santo, A festa do Imperador.


ruínas da igreja de Alcântara.

trono do imperador (preparado para a festa do divino )
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Mas quem nunca ouviu em falar no seu Lunga, um cidadão de Juazeiro do Norte-CE.
Seu Lunga é um personagem tão folclórico que ninguém acredita na sua existência real. Mas, ele existe. Trata-se do velho, porém, cheio de energia, mais conhecido da cidade de Juazeiro do Norte, no interior do Ceará (terra também do famoso Padre Cícero). Mas, se o homem existe por um lado, o mito em torno dele existe por outro e por todo o Nordeste surgem as mais originais e engraçadas estórias atribuídas a ele. Tudo por conta da sua personalidade de velho carrancudo, malcriado e estupidamente irônico.
Seu Lunga gostava de viajar e foi conhecer o Rio de Janeiro. Isso, há muitos anos, quando aquela cidade já era, no entanto, muito grande e a nossa Fortaleza ainda muito pequena. Seu Lunga ficou maravilhado. No Rio tinha de tudo, lojas enormes, supermercados, ônibus elétricos etc.
seu Lunga no Rio de janeiro.
Um carioca malandro achou então de tirar um sarro com o Seu Lunga e enquanto desfazia do Ceará, ia elogiando a sua cidade. Entre outras tolices afirmou:
- Aqui tem até hospital pra cachorro!
Seu Lunga, "puto da vida" , rebateu:
- Então é melhor o senhor nunca ir à minha terra.
Coragem de Viajar.
Numa conversa de bar, um coitado foi cair na besteira de dizer, na frente do Seu Lunga, que tinha coragem de viajar de avião, mas, de navio não, porque não sabia nadar.
Seu Lunga, no ato, perguntou:
- E você sabe voar!...
Avirada de caminhão.
Seu Lunga havia comprado um caminhão novinho, zero, como se diz. Vinha ele todo feliz praguejando contra os bois, no meio da estrada, quando de repente uma curva se mete na frente do veículo. Seu Lunga tenta seguir a curva, gira a direção rapidamente, mas não tem jeito, o caminhão vira espetacularmente.
Tempos depois, Seu Lunga, que havia escapado da virada (claro senão não estaríamos contando o resto da estória), compra outro caminhão novinho-novinho.
Na estrada de novo, praguejando, ainda mais, contra os bois, encontra um conhecido e apesar de não ser muito do seu feitio, resolve dar carona ao infeliz que vinha no sol quente.
O homem entrou e foi logo perguntando:
- Seu Lunga, como foi a virada do outro caminhão?
Seu Lunga respondeu prontamente:
- Foi assim!...
E sem mais demora, virou a direção tão rapidamente quanto da outra vez e o novo caminhão virou também.
seu Lunga ao lado de Santanna
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CURIOSIDADES |
conforme convite estamos blogando desde 27 de outubro de 2007
rio de grande importância para o povo de Barra do Corda. uma fonte de renda para quem explora o turismo. Um lazer para banhistas com total segurança.
Av. do mercado em Barra do Corda-MA
equipe de policiamento florestal (PMMA), ao fundo cachoeira dos índios. O acesso só é liberado com autorização do Cacique da Aldeia. Proíbido levar bebida alcoolica. É aconselhável não permanecer por muito tempo. cerca de 30 a 40 minutos. É uma área localizada dentro da reserva indigêna. ( Não existe bares ou restaurantes )
BARRA DO CORDA-MA-BRASIL
a cidade de Barra do Corda por volta de 1960.
O MASSACRE DE
ALTO ALEGRE
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Há exatamente cem anos, uma rebelião de índios guajajara, no município de Barra do Corda, resultou no maior massacre de índios contra brancos da história do Brasil. Além dos religiosos italianos - quatro padres e sete freiras capuchinhas - que, cinco anos antes, haviam fundado a Colônia de São José da Providência do Alto Alegre, foram também mortos pelos índios as adolescentes de Barra do Corda e Grajaú que participavam do internato de meninas índias - cerca de 40 -, os lavradores que moravam no povoado e os agricultores das vizinhanças, também surpreendidos pelos ataques. Os guajajara mataram aproximadamente 200 pessoas. Na opinião de estudiosos, a rebelião foi uma reação dos guajajara contra o equivocado processo de evangelização e civilização dos missionários capuchinhos, que exigia o afastamento das crianças das aldeias. "Era uma violência", diz o antropólogo Mércio Pereira Gomes, que está publicando o livro Tenetehara: o índio na História, estudo sobre os guajajaras desde o seu primeiro contato com o colonizador, no século XVI. Na época, o massacre repercutiu em todo o Brasil e foi considerado pelo Papa Leão XIII como “as primícias do século XX”. Maior tribo do Maranhão, com mais de 11 mil índios, os guajajara são ainda hoje, em consequência do episódio, tratados com desconfiança e menosprezo pelas populações dos dois municípios. Os capuchinhos, que no final dos anos 50 tentaram retomar o trabalho missionário em Alto Alegre, desistiram duas décadas depois. Pressionados pelos índios, tiveram que abandonar definitivamente o povoado, em torno do qual foi formada nova aldeia indígena. Para evitar o acirramento dos ânimos, os religiosos, que hoje mantêm um relacionamento cordial com os índios a partir de suas paróquias de Barra do Corda e Grajaú, evitam falar sobre o massacre de 1901. A lembrança daqueles fatos vai limitar-se à celebração de uma missa, hoje, na igreja matriz de Barra do Corda, à qual deverão comparecer lideranças guajajara. A convite de O ESTADO, o jornalista Antonio Carlos Lima, que durante alguns anos conviveu em Barra do Corda com frades capuchinhos e índios guajajara, reconstituiu o episódio e a época em que ocorreu - a virada do século.
PÂNICO E MORTE NO SERTÃO MARANHENSE
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Cinco horas da manhã de 13 de março de 1901. Padres, freiras e as dezenas de meninas índias e brancas do internato rezavam, quando a capela foi invadida por uma barulhenta multidão de índios enfurecidos, sob o comando do cacique guajajara Cauiré Imana, o João Caboré. |
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O cenário do massacre em 1901: com a saída dos religiosos, a capela demolida pelos índios |
Em pânico, as freiras fogem com as crianças e se escondem no convento. Os outros imploram clemência. Mas, em pouco tempo, quase todos estão mortos, estendidos sobre poças de sangue que se espalham no altar, na nave central, na sacristia: frei Rinaldo de Paolo, o superior dos missionários, frei Zacarias, frei Vítor, irmã Inês, de Milão, irmã Leonor, de Gênova... Os índios correm para o convento, em perseguição aos fugitivos. Outros grupos invadem as casas das 43 famílias de colonos que ali vivem a convite dos padres. Dois homens conseguem escapar à perseguição. Mas a chacina estava apenas começando.
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Os guajajara - são cerca de 400 - tomam posse da sede da Missão de São José da Providência de Alto Alegre, então uma próspera vila fundada cinco anos antes pelos padres capuchinhos sobre uma colina que se destaca no meio da mata dos sertões da Chapada, e ali, mantendo alguns prisioneiros que também seriam mortos depois, instalam o seu quartel-general. Para evitar que a notícia se alastre, bloqueiam as estradas de acesso a Barra do Corda e Grajaú e a comunicação através do Rio Mearim. E partem para o ataque às fazendas e sítios da redondeza, matando os seus moradores e os viajantes desavisados da estrada e do rio. Durante dois meses, eles comandam dali uma série de ataques, enquanto enterram os mortos numa vala comum,Quarenta e oito horas depois do primeiro assalto, dois índios, Manezu e José Viana Guajajara, que não concordam com a revolta, chegam a Barra do Corda com a notícia. "Mataram todo mundo", repetem na cidade. |
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| Imagens das vítimas na fachada da matriz de Barra do Corda: alimentando a rivalidade |
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